Mudanças

Ultimamente tenho dado por mim a tentar mudar se não tudo, quase tudo na minha vida, principalmente no que toca a relacionamentos e sentimentos, nestes não pelos outros mas comigo mesmo, por que também para os outros me deixei de dar como antes, elas que venham agora ter comigo!


Há alturas na vida em que sentimos a necessidade ou mesmo a obrigação de mudar algo em nós, até mesmo a forma como somos e por vezes pensamos. Adquirir algo de novo e poder mudar o rumo, assim espero poder conseguir fazê-lo, começar a ser mais de mim para mim, começar a ver as coisas com outros olhos e crescer um pouco mais, até mais que não seja que na ultima semana acho que ainda não ouvi a minha mãe dizer que sou uma criança e as mães tem sempre razão no que dizem (pelo menos a minha costuma ter).


Senti assim uma urgência de mudar algo, não precisa ser tudo, mas o mais importante, por vezes a mudança nem sempre é boa, mas ajuda a sermos melhores, quem sabe se não acontece comigo. Afastar-me de algumas coisas que não me dizem nada e apostar naquelas que me começam a dizer tudo. Assim vou também dar uma pausa aqui pelo tasco, talvez volte ainda a este poiso, ou não. Não posso deixar o pessoal sem minis, eu sei, mas não fiquem já todos contentes por se verem livres de mim que de vez em quando vou chateá-los nos vossos tascos para que não fiquem mal habituados. Vou ali à esquina ver se acho o meu novo eu, se não fico por lá mesmo a beber umas sagres. Vemo-nos por ai!


A Lei de Murphy poderia fazer sentido, mas a de Clark ainda faz mais. O Murphy era mesmo um gajo muito optimista!

Acho que isto nem com uma valente dose de minis lá vai, dass...!!!

Dass... !

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Este fim de semana já sabem, sejam responsáveis, fodam com protecção. Quanto ao beber, desde que seja minis não há problema!

Terminar




Gajo: Não fui capaz de a encarar e terminei com ela por telefone!

Gaja: És mesmo estúpido, ninguém termina com outra pessoa por telefone!

Eu: Pois claro que não, usa o mail.

Gaja: (a fulminar com os olhos)

Eu: Existe uma boa forma de terminar com alguém?! Não! Acredito que muitas vezes se sinta necessidade de o fazer e ter que ouvir a má noticia assim do que ter que encarar a 'humilhação' em pessoa. É a forma menos dolorosa de lidar com a situação...

( depois de umas minis o eu feminino já toca a qualquer gajo )

...mas por vezes é mesmo um erro terminar assim por telefone, convém ser em pessoa. Sexo desesperado de 'por favor não me deixes' é do melhor!

( já nem vou usar as minis como desculpa que elas são as que tem menos culpa nisto tudo! )

Cada um terá a sua forma de terminar com outra pessoa, mas haverá de facto uma forma 'ideal' de o fazer?! Cada cabeça sua sentença!

A bebedeira é a maior amiga do se fazer sem pensar, muitas vezes (se não todas) para esquecer e depois aproveitar para se fazer algo que caso contrario se estivesse são não se seria capaz de fazer e assim passa por ligar a quem nunca ligaríamos e principalmente dizermos o que sentimos e não dizemos.

Normalmente até que poderia ser uma coisa boa, ter-se a coragem de dizer o que se sente, mas bêbedo, como em todas as outras coisas que se tentem fazer neste estado, dá sempre merda, merda da grande. Muito bonito beber para se (pensar) ser mais afoito, estar mais extrovertido e assim assumir-se como alguém que não se é normalmente e cometer muitas loucuras, mas que se tornam em exageros e nunca muito bons. Não é de grande ajuda deixar uma qualquer mente já de si 'fraca' afogar-se em álcool e deixar que tome decisões não muito inteligentes e nunca se sabe o que acontecerá a seguir, ainda que muitos só esperem ficar a assistir para descobrir.

Quando a coisa se vira para alguma espécie de humilhação social, que normalmente leva sempre a uma qualquer cantoria de uma música que está a passar e mostrar ai os dotes de músico, indo de encontro ao degradante e o facto de amar todos e qualquer um que passe por ele. Mas quando se está com ela em massa tudo pode acontecer, principalmente quando se decide ligar a quem não se devia e dizer ainda menos o que nunca se quis dizer. Se muitos bebem para esquecer, muitos mais bebem para poderem agir, o impulso nunca foi conselheiro de ninguém e muito menos a melhor forma de resolver as coisas. Tudo tem o seu quê de complexidade e simplicidade, basta ter um meio-termo.

Para muitos será bonito de ver as figuras dos outros, rir-se disso, mas o que nunca pensam é que em qualquer outra noite são eles que também estão assim e que no dia seguinte pensam o quanto teriam gostado de ter alguém que os tivesse orientado na noite anterior.

É o que acontece quando não se pensa, as pessoas fazem... merda! Ainda que seja preciso coragem para se fazer algo idiota. Esta juventude de agora está perdida, mais vale evitar estas situações do que no dia seguinte ter que ouvir muitas lamentações. Para quê se querer desligar o cérebro por uma noite quando afinal já se anda com ele desligado o resto do dia.


“ Desde o tempo da Ana Malhoa que os putos não batiam tanto à punheta! “









Contra factos não há argumentos!







Ás vezes na vida temos que aceitar certas coisas que não podem ser explicadas e isso acaba por assustar muitas pessoas. O amor é uma delas, não podemos calcular, quantificar ou qualificar um sentimento.

o amor não são apenas variáveis que pensamos poder controlar e como em qualquer formula matemática apenas aplica-la e esperar que se obtenha um resultado conclusivo. Como a própria matemática é para muitos um bicho de sete cabeças, também o amor o pode ser (depois da mulher deve de ser das coisas mais complicadas de se entender), não deve de ser tratado como algo dado como uma certeza, é preciso entende-lo como forma espontânea com que pode aparecer e desaparecer.

O amor não é um simples cocktail no qual basta-nos apenas sacudir e depois desfrutar, tem que ter mais, muito mais. Precisamos de o conseguir sentir, sem o tentarmos perceber para que o passamos saborear, mas sempre sem o tornar demasiado complexo, mas sabendo-o respeitar sem que o tenhamos como algo garantido ou que pensamos poder controlar. o amor tem que ter liberdade para se poder expressar e adaptar-se por si mesmo Às pessoas, por isso talvez deva concordar que os apostos de atraem, dá-se um encaixar de algo que não é suposto ser o mais correcto. precisamos não tentar compreende-lo, mas sim esperar que seja ele a dar-nos a entender o seu propósito.

Ainda que por vezes nos sintamos tentados a enganar o amor, ao menos assim poderemos sempre aprender uma lição, não o podemos desafiar, ele é ao mesmo tempo a maior fonte de força, mas também de maior fraqueza numa pessoa. Temos que o deixar seguir os seus próprios desígnios. Toda esta conversa pode parecer estranha, mas parece-me cada vez mais que o amor precisa de ter muitas vezes 'vida própria' e não ser comandado de forma a se adaptar a quem nós queremos, por isso o romance já não é a mesma coisa, as pessoas não se procuram apaixonar mas sim apenas se ligar a alguém, mesmo que pensem poder aprender a amar alguém.

O amor precisa de ser criado em liberdade, não tentarmos fazer dele uma obrigação para algo que não queremos e principalmente não sentimos.

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