Quando é brincadeira da nossa parte para aquela área fazem-se de esquisitas, mas agora dizem-se ofendidas por que ninguém lhes vai ao rabo. Foda-se, já se decidiam!
Todos procuramos o amor verdadeiro e sincero, tudo muito bonito, mas e depois de o encontrar ou pelo menos o que muitos dizem que encontraram mas que nunca souberam o que ele era, será que tem então aquilo que queriam ou apenas algo para remediar um pensamento de algo que de ser tão raro se tornou tão apetecido.
O que esperar que se torne esse amor, se o quando o procuramos é que ele tem a sua verdadeira razão de ser. Será por isso que muitos depois de o terem já o tem como certo e adquirido procuram afinal algo mais, e quem sabe mesmo até um outro amor. Mas se o encontramos não deveríamos de continuar a procurar, mas a verdade e que por mais que tenhamos algo que sempre procuramos, continuamos a procura disso mesmo, a nossa satisfação nunca plena e ainda mais no que toca ao amor.
Assim o amor nunca poderá ser algo que se deve procurar, pois nunca poderá ser encontrado. Nada melhor que viver e deixar viver, continuando apenas a tentar sentir tudo de varias formas, mas sem nunca o ter verdadeiramente, assim tudo continua a ser uma ilusão muito real e não algo que ansiamos e desiludimos ao encontrar. O melhor é mesmo sem duvida continuar a encontrar nas coisas erradas a resposta, mas sem nunca pensar em encontrar a coisa certa.
O divertimento tem que ser o mais errado possível para que possamos sempre sentir mais prazer quando resolvemos escolher outros caminhos, as expectativas devem sempre crescer e não contentar-se com o pouco que nos possa ser dado e assim sermos nós a dizer o que é ou não suficiente para nos sentirmos realizados.

Hoje acordei numa ânsia imensa, a duvida apoderou-se de mim, não consegui pensar em outra coisa que não, como se reproduzem os smurfs ?!
P.S.1 : E não, não tenho mais nada que fazer que não pensar em merdas deste género!
Num sistema isolado, um corpo em repouso permanecerá em repouso a menos que seja perturbado por uma força desequilibrada.
É preciso por vezes que se tomem acções, ainda que se pensem radicais, por vezes a falta de acção (ainda que excessiva e até disparatada) não poderá ser pior que o não agir. A estupidez por vezes vem da irreflexão, mas também por vezes há que tomar decisões de risco, ou caso contrário nada nunca iria acontecer e nós mais não seriamos que um corpo inerte, de pensamentos, acções e sentimentos.
Nem sempre ter o controlo de tudo é a melhor solução.
No outro dia, em mais uma bela noite na tasca do costume, no silencio de minis a baterem no balcão e de muita da mais rara estirpe de homens (machos latinos), ouve-se uma bela musica de fundo e como não poderia deixar de ser, a expressão que mais se poderia adequar a tal melodia, ‘esta é para fazer meninos’.
Até poderia ter sido algo a roçar na mariquice, visto estar repleto de machedo, mas o mais bonito foi o ouvir a forma como tal expressão foi entoada e pensar (às vezes dá-me para essas merdas) que tal expressão por vezes tão exprimida de forma leviana, que não faz jus à sua magnificência. Quem nunca gostou de fazer o amori ao som de uma bela musica destas, os movimentos corporais nas mais sentidas movimentações ritmadas, dignas de qualquer prova de sincronismo olímpico (sim, o sexo é um desporto), esta bela melodia a ecoar no fundo, que é tão ostracizada pela sociedade.
Há que ser justo e aplaudir tais melodias concebidas para tão nobre actividade, pena é não haver mais incentivos por parte do estado para as músicas de fazer meninos, uma população tão envelhecida como a nossa bem precisa de muitos mais. Pelo movimento ‘eu quero musicas fofas para fazer o amor com a minha jove e poder fazer muitos meninos’ eu voto sim !
As reviravoltas no enredo só servem para deixar as coisas mais interessantes, dar-nos uma sensação por vezes de confiança e de domínio do que esperamos que aconteça como queremos, mas no fim o bem sempre triunfa sobre o mal. Pelo menos assim está implícito como uma certeza, mas ai já estamos a partir do principio que o final de qualquer história será esse, já se sabe o final e tudo o que possa ocorrer já estava designado.
Nem sempre deve de ser o herói o vencedor, mas também não precisa de ser o vencido, nem todas as historias devem de ter uma moral final ou que hajam regras sobre como deve de acabar, até por que se existem é por que se podem quebrar.
PS: Isto hoje como o tempo até que tem estado fofo e estou com boa disposição o gajedo tem direito a foto pipi!
Porque tentam sempre 'vender' alguém desta forma, para que haja realmente interesse da nossa parte em conhecer a pessoa. Acontece sempre esta descrição, a pessoa é sempre dada a conhecer da melhor forma, toda ela é qualidades, mas porém tem sempre que ter um mas, se falam só nas qualidades é por que deixam de fora os defeitos. E depois é ai que pensamos, como nos apresentam então a nós a outras pessoas, se dizem também todas as nossas qualidades, quais são então os nossos 'mas'!
Depois de ser apontado um defeito é difícil de o ignorarmos. Todos tem os seus, mais vale apontá-los e já se saber ao que vamos, ainda que possa tirar aquilo que mais se aprecia, o mistério de se poder ir conhecendo alguém.
Será então melhor de sabermos à partida com o que contar de alguém que não conhecemos ou esperar e ver o que queremos então descobrir sobre essa pessoa ?!
Só eu para me dar com gajos assim! Estas más influencias...
Onde: sempre num local publico, de forma a evitar que certas e indesejadas situações possam ocorrer.
Quando: antes de pedir o café (isto durante um jantar, o que é sempre bom para estas situações), ninguém quer levar com café quente em certos sítios.
Como: dar a ideia de que o que sentimos pelo tempo juntos, é igualmente proporcional à nossa necessidade de espaço, podendo ser confundido com 'o problema é mesmo de mim' ou qualquer problema existencial.
Por que ainda sabendo que é uma treta, tudo o resto também o foi, e ambos sabem disso, mas tudo serve para poder evitar levar um soco ou até dois (é que o segundo já se torna humilhante) da gaja.
E não esquecer que o melhor é irem os dois ter ao restaurante, separados, depois de terminar não se quer levar nenhuma gaja a casa, nem sempre termina em sexo de despedida e uma vez em casa dela tudo pode ser uma potencial arma.
Para que é que um gajo vai estar a beber para se desinibir, ganhar coragem, quando o álcool nos tira a capacidade de fazer escolhas sensatas, não queremos ser nós a perder essa capacidade, mas sim que sejam elas.
Gajo 2: A gaja até que é boa, gosta mais de cerveja que eu e parece dar-se bem com gajos estúpidos.
Eu: Eu ou o namorado dela?
Gajo 1: Um gajo esperto não perguntaria isso!
(*) Antes que o gajedo me dê na cabeça, por certo o tom depreciativo ao se referir a uma gaja não foi propositado, mas o mais certo é de que até terá sido.
Desde cedo aprendemos que um livro não deve de ser julgado pela capa e que por vezes é preciso folheá-lo para poder ainda que não perceber todo, mas pelo menos algo sobre o seu conteúdo. Só de olharmos já dispensamos as coisas, não queremos avaliar nada, apenas o que nos é implícito à primeira vista.
Sempre fui uma pessoa que ou gostava à primeira vista ou já era difícil dessa pessoa me cativar, mas mais talvez mesmo que não fosse o que pensava, já não deixo que me mostrem que possam ser diferentes do que penso. Por que é que cada vez mais rotulamos tudo o que achamos que assim deve de ser, será por medo de não conseguirmos entender aquilo com que nos deparamos ou por nos vermos e revermos nesse algo! Assumimos sempre algo só pela aparência e pressupomos (quase) sempre o pior, nunca é suficiente para encher as nossas medidas ou que pelo menos pensamos que as são.
Desde quando tem que ser necessário um certo perfil para que nos possamos encaixar num determinado grupo ou ambiente, quem fez essas regras! Mas por vezes também é desta forma que conseguimos ser mais surpreendidos por quem nunca esperávamos e que nos mostra o outro lado da 'beleza'.
Tudo tem um propósito e um sentido de ser, só depende de nós que sentido lhe queremos dar, talvez se um dia conseguirmos olhar para nós e sermos juízes de nós próprios. Acabamos por muitas vezes nos retrair, assim como afastar os outros.

Algures no atendimento antes de entrar para uma consulta.
Gaja: É a primeira vez que aqui vem?
Eu: Sim.
Gaja: Vamos preencher então a ficha. Nome?
Eu: Primeiro e ultimo?
Gaja: Para primeira vez é suficiente (seguído de risinho estridente a mandar para o histérico)
Eu: (hum... queres palhaçada)
(...)
Gaja: Contacto?
Eu: (vamos lá ver então) Fixo ou telemóvel?
Gaja: Prefiro telemóvel. (olhar estranho como tudo, senti medo)
Eu: (Acho que é melhor inventar um número qualquer)
Depois como querem que uma pessoa vá mais vezes ao médico.
E só de pensar que ainda lá vou ter que voltar.

Já terão ouvido algumas vezes muito pessoal (vulgo: garanhões) a utilizar a expressão: ' Mães de Portugal escondam as vossas filhas! ' (okay, eu também já o disse).
Mas pelo que tenho visto ultimamente sem duvida que vou começar a utilizar mais: ' Filhas de Portugal escondam as vossas mães! '
PS: Isto nos tempos que correm ser-se professor não dá !
Será possível que possamos amar tanto alguém que se essa pessoa morrer o sentimento de solidão e de não se conseguir mais sentir o mesmo prazer pela vida que também uma pessoa possa morrer!?
Muitas vezes ouvi histórias de pessoas que depois de muitas décadas de casados e um dos parceiros falece o outro pouco tempo depois também parte, sempre acreditando-se que foi por amor, que não conseguia continuar a viver sem o companheiro de sempre e assim também partiu. Como é então possível que o nosso corpo e mente deixe de querer viver e não queria mais resistir à dor da perda e simplesmente se entregue à morte, como único refugio para esconder aquilo que não se consegue enfrentar, o perder um amor tão grande e que sempre esteve presente quando necessário, sempre correspondido na medida e tempo certo, sempre pronto a saber cuidar e tratar como se nada mais existisse.
Será então o quebrar literal do coração de uma pessoa, qual o sentimento tão frágil que se pode apoderar de alguém para que chegue ao ponto de ela própria se desligar de tudo, uma tamanha depressão profunda que se pode sentir por se achar tão dependente de alguém, a ponto de não ser capaz de continuar a vida sem determinada pessoa, então assistisse ao definhar e render perante a morte procurada para que possa ser mais fácil a dor que se sente.
Não sei se poderá ser provado que o amor ou ausência de alguém tão querido possa levar a algo como a morte, mas parece que muitos são só casos em que parece acontecer, poderá assim então ser o amor a maior força mas também a maior fraqueza do ser humano!
Quantas vezes não temos que dar uma mentira piedosa, é o que nos faz cada vez mais humanos, por vezes acho que a mentira tem a sua forma correcta de ser, mas quando dai passamos para a traição... Não falo na traição conjugal, mas em toda a sua forma, a mentira não chega tanto a ser uma forma de decepção como a traição, o sentirmos que fomos traídos por alguém pode ser dos sentimentos mais cruéis existentes. Quem não perdoa muitas e muitas mentiras, mas traições, essas...
Trair pode ser fácil para uns, não tanto para outros, mas a desconfiança torna-se no prato principal, enquanto que na mentira não passa de um mero aperitivo, ainda mais por que muitas vezes tem associada a cereja em cima do bolo para a sobremesa, a doce vingança!
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial


















