Tão grande tem sido (será, dizem muitos) a revolução lá para os lados das Américas com a vitória do Obama, não bastou vencer as eleições que agora também com a tomada de posse parece que tem sido, segundo dizem, a loucura, já falam mais no gajo que no Cristiano Ronaldo... Só não percebi ainda de que forma pode influenciar o mundo, não sei se vão andar a distribuir dinheiro pelos pobrezinhos ou se o gajo tem alguma lâmpada com um génio que faz o que ele mandar.

Se bem que afinal toda a euforia foi maior não tanto pelo talento que até pode ter em liderar aquela que se tem como a maior potencia mundial (pelo menos nos seus pequenos mundos), mas sim pela cor da sua pele. Não sei, mas cá para mim isto até se parece com algo como racismo, terão as pessoas de raça negra afinal alguma característica fora do comum que são capazes de terminar com tudo o que está errado no mundo! Não sou contra ele ter vencido as eleições, até por que não havia mais por onde escolher, mas o porquê de tanta euforia, muitos já por lá passaram com ideias e ideais revolucionários, mas aquilo continua tudo na mesma, dos povos mais burros que existem, com a mania das grandezas e onde o que mais lhes interessa é sem duvida serem altruístas.


P.S.: a mim já me irrita um bocado ouvir sempre falar no gajo, por isso sou mais um a fazê-lo, a ver se também irrito mais alguém!

P.S.2: e sem esquecer que o gajo ao que parece vai ter um cão português para lhe fazer companhia na casa branca. Ui que feliz fiquei com esta noticia.




Já passou muito tempo desde que aqui vinha dar um pouco de mim, mas também de um outro eu que nunca soube bem quem era, algo entre o estranho e o duvidoso, mas onde me sentia bem e numa casa que era não só minha mas de todos os que por aqui passavam (ainda que muitos enganados) e que mesmo sem os conhecer em carne e osso e poder cumprimentar com um aperto de mão, um abraço, um beijo ou uma mini, começaram a fazer parte de algo que comecei a criar.

O que começou por brincadeira e muito por visitas a outros cantinhos e tascas e que me fizeram fazer pensar (pode parecer difícil mas por vezes também o fazia) sobre o tudo e o nada, que me deram a conhecer uma outra forma de ser algo ou alguém que antes não o podia mesmo ser em certas circunstancias, criou-se algo que me parece por vezes muito difícil de fazer quando se conhecem as pessoas em viva voz, assim foi o descobrir de algo novo. Mas dei por mim a ter que dar um novo sentido a minha vida, mas apenas para perceber que afinal sou como sou, quer se goste quer não, percebi que há coisas que não posso mudar e outras que mudo por que assim o quero e não por que o querem mudar em mim.

Descansem essas almas irrequietas que não me vou casar, mas descobri entretanto que afinal o que queremos nem sempre precisa de estar junto de nós e que não vale a pena procurar muito. Assim o meu eu que tanto procurei decidi deixá-lo a beber minis sozinho e ele que se entretenha, aqui o je vai estar de voltar mais estranho do que nunca. Peço desculpa a quem já tinha feito uma verdadeira festa por se ter visto livre de mim, mas antes eu que alguém pior... Se é possível de isso acontecer.

PS: É bar aberto! (Dai a foto. Vieram só a pensar em outras coisas. Isto não é um antro pecaminoso... por enquanto)

Mudanças

Ultimamente tenho dado por mim a tentar mudar se não tudo, quase tudo na minha vida, principalmente no que toca a relacionamentos e sentimentos, nestes não pelos outros mas comigo mesmo, por que também para os outros me deixei de dar como antes, elas que venham agora ter comigo!


Há alturas na vida em que sentimos a necessidade ou mesmo a obrigação de mudar algo em nós, até mesmo a forma como somos e por vezes pensamos. Adquirir algo de novo e poder mudar o rumo, assim espero poder conseguir fazê-lo, começar a ser mais de mim para mim, começar a ver as coisas com outros olhos e crescer um pouco mais, até mais que não seja que na ultima semana acho que ainda não ouvi a minha mãe dizer que sou uma criança e as mães tem sempre razão no que dizem (pelo menos a minha costuma ter).


Senti assim uma urgência de mudar algo, não precisa ser tudo, mas o mais importante, por vezes a mudança nem sempre é boa, mas ajuda a sermos melhores, quem sabe se não acontece comigo. Afastar-me de algumas coisas que não me dizem nada e apostar naquelas que me começam a dizer tudo. Assim vou também dar uma pausa aqui pelo tasco, talvez volte ainda a este poiso, ou não. Não posso deixar o pessoal sem minis, eu sei, mas não fiquem já todos contentes por se verem livres de mim que de vez em quando vou chateá-los nos vossos tascos para que não fiquem mal habituados. Vou ali à esquina ver se acho o meu novo eu, se não fico por lá mesmo a beber umas sagres. Vemo-nos por ai!


A Lei de Murphy poderia fazer sentido, mas a de Clark ainda faz mais. O Murphy era mesmo um gajo muito optimista!

Acho que isto nem com uma valente dose de minis lá vai, dass...!!!

Dass... !




Este fim de semana já sabem, sejam responsáveis, fodam com protecção. Quanto ao beber, desde que seja minis não há problema!

Terminar




Gajo: Não fui capaz de a encarar e terminei com ela por telefone!

Gaja: És mesmo estúpido, ninguém termina com outra pessoa por telefone!

Eu: Pois claro que não, usa o mail.

Gaja: (a fulminar com os olhos)

Eu: Existe uma boa forma de terminar com alguém?! Não! Acredito que muitas vezes se sinta necessidade de o fazer e ter que ouvir a má noticia assim do que ter que encarar a 'humilhação' em pessoa. É a forma menos dolorosa de lidar com a situação...

( depois de umas minis o eu feminino já toca a qualquer gajo )

...mas por vezes é mesmo um erro terminar assim por telefone, convém ser em pessoa. Sexo desesperado de 'por favor não me deixes' é do melhor!

( já nem vou usar as minis como desculpa que elas são as que tem menos culpa nisto tudo! )

Cada um terá a sua forma de terminar com outra pessoa, mas haverá de facto uma forma 'ideal' de o fazer?! Cada cabeça sua sentença!

A bebedeira é a maior amiga do se fazer sem pensar, muitas vezes (se não todas) para esquecer e depois aproveitar para se fazer algo que caso contrario se estivesse são não se seria capaz de fazer e assim passa por ligar a quem nunca ligaríamos e principalmente dizermos o que sentimos e não dizemos.

Normalmente até que poderia ser uma coisa boa, ter-se a coragem de dizer o que se sente, mas bêbedo, como em todas as outras coisas que se tentem fazer neste estado, dá sempre merda, merda da grande. Muito bonito beber para se (pensar) ser mais afoito, estar mais extrovertido e assim assumir-se como alguém que não se é normalmente e cometer muitas loucuras, mas que se tornam em exageros e nunca muito bons. Não é de grande ajuda deixar uma qualquer mente já de si 'fraca' afogar-se em álcool e deixar que tome decisões não muito inteligentes e nunca se sabe o que acontecerá a seguir, ainda que muitos só esperem ficar a assistir para descobrir.

Quando a coisa se vira para alguma espécie de humilhação social, que normalmente leva sempre a uma qualquer cantoria de uma música que está a passar e mostrar ai os dotes de músico, indo de encontro ao degradante e o facto de amar todos e qualquer um que passe por ele. Mas quando se está com ela em massa tudo pode acontecer, principalmente quando se decide ligar a quem não se devia e dizer ainda menos o que nunca se quis dizer. Se muitos bebem para esquecer, muitos mais bebem para poderem agir, o impulso nunca foi conselheiro de ninguém e muito menos a melhor forma de resolver as coisas. Tudo tem o seu quê de complexidade e simplicidade, basta ter um meio-termo.

Para muitos será bonito de ver as figuras dos outros, rir-se disso, mas o que nunca pensam é que em qualquer outra noite são eles que também estão assim e que no dia seguinte pensam o quanto teriam gostado de ter alguém que os tivesse orientado na noite anterior.

É o que acontece quando não se pensa, as pessoas fazem... merda! Ainda que seja preciso coragem para se fazer algo idiota. Esta juventude de agora está perdida, mais vale evitar estas situações do que no dia seguinte ter que ouvir muitas lamentações. Para quê se querer desligar o cérebro por uma noite quando afinal já se anda com ele desligado o resto do dia.


“ Desde o tempo da Ana Malhoa que os putos não batiam tanto à punheta! “









Contra factos não há argumentos!







Ás vezes na vida temos que aceitar certas coisas que não podem ser explicadas e isso acaba por assustar muitas pessoas. O amor é uma delas, não podemos calcular, quantificar ou qualificar um sentimento.

o amor não são apenas variáveis que pensamos poder controlar e como em qualquer formula matemática apenas aplica-la e esperar que se obtenha um resultado conclusivo. Como a própria matemática é para muitos um bicho de sete cabeças, também o amor o pode ser (depois da mulher deve de ser das coisas mais complicadas de se entender), não deve de ser tratado como algo dado como uma certeza, é preciso entende-lo como forma espontânea com que pode aparecer e desaparecer.

O amor não é um simples cocktail no qual basta-nos apenas sacudir e depois desfrutar, tem que ter mais, muito mais. Precisamos de o conseguir sentir, sem o tentarmos perceber para que o passamos saborear, mas sempre sem o tornar demasiado complexo, mas sabendo-o respeitar sem que o tenhamos como algo garantido ou que pensamos poder controlar. o amor tem que ter liberdade para se poder expressar e adaptar-se por si mesmo Às pessoas, por isso talvez deva concordar que os apostos de atraem, dá-se um encaixar de algo que não é suposto ser o mais correcto. precisamos não tentar compreende-lo, mas sim esperar que seja ele a dar-nos a entender o seu propósito.

Ainda que por vezes nos sintamos tentados a enganar o amor, ao menos assim poderemos sempre aprender uma lição, não o podemos desafiar, ele é ao mesmo tempo a maior fonte de força, mas também de maior fraqueza numa pessoa. Temos que o deixar seguir os seus próprios desígnios. Toda esta conversa pode parecer estranha, mas parece-me cada vez mais que o amor precisa de ter muitas vezes 'vida própria' e não ser comandado de forma a se adaptar a quem nós queremos, por isso o romance já não é a mesma coisa, as pessoas não se procuram apaixonar mas sim apenas se ligar a alguém, mesmo que pensem poder aprender a amar alguém.

O amor precisa de ser criado em liberdade, não tentarmos fazer dele uma obrigação para algo que não queremos e principalmente não sentimos.



Como em tudo na vida existem vários momentos que nos marcam, principalmente os que dizem respeito ao romance. São estes momentos de amor que muitas vezes nos fazem pensar que a vida vale a pena, mas como em tudo o resto damos connosco a pensar que se aquilo é um momento, o que o impede de que ele apenas passe, levando a tornar-se em algo que pode até ser tido como cruel, a pura e dura realidade. É a realidade que mais tarde se torna na maior inimiga.

Esperamos em certos momentos que esses mesmos instantes possam ser algo de grande, mas mais uma vez chega a realidade, não nos deixar passar disso mesmo, novamente pequenos instantes na vida de uma pessoa, há sempre o inesperado para acontecer e quando algo corre mal é sempre de esperar que possa tornar-se ainda pior. Eu sou apologista do amor, em que é preciso haver romance para que duas pessoas possam continuar a gostar uma da outra e não caiam em monotonia,mas não podemos fazer disso como um único momento que merece ser apreciado, temos que fazer com que se tornem em vários momentos desses encadeados que tornamos realidade e que fazemos durar muito e muito tempo

Todos aqueles momentos românticos são demais, mas não são nem de perto reais, ainda que às vezes mais vale pensar, que se lixe, e termos que viver o instante para que não nos arrependamos mais tarde, talvez um dia eu próprio o faça, mas acho que o melhor é mesmo continuar a apreciar a vida como ela é, com todos os seus altos e baixos e não pensar no mesmo (gajas, minis ou afins) dois dias seguídos, se não já virou casamento ou coisa que o valha :D


PS: Mas por vezes a beleza de um momento é o de ele ser passageiro.


Chegados ao bar a gaja senta-se e quando um gajo se prepara para fazer o mesmo ela simplesmente, como se sem dúvida, um qualquer acto de terrorismo estivesse para acontecer…


“ Então mas não vais buscar as minis!?! “


É algo por que uma pessoa anseia ouvir toda uma vida, aquele som ecoa grandiosamente nos ouvidos de um mero mortal como melodiosas palavras, só falta é haver (muito) mais gajedo a querer beber minis como se não houvesse amanhã, mas que aprecie as minis de igual como um gajo, pelo que essas loiras de 20cl são na vida de um homem, se bem que também para gostar mais já basta um bêbedo lá por casa e aturar o gajedo é dose, bêbedas ainda pior.


PS: As meninas da mini sagres não contam, essas são pagas para gostarem de minis!

Conselhos



Procuramos normalmente alguém mais próximo para que nos possa auxiliar em qualquer problema, mas na verdade muitas vezes é alguém com o qual nem nos identificamos ou que até sabemos que o seu possível conselho nunca seria algo que iríamos usar para solucionar o nosso problema, mas dou por mim a pensar que não é mais do que uma procura por apoio e não por conselho, pois quando o fazemos já não é mais do que apoiar uma decisão que já tomámos.

As decisões revelam-se como as erradas e procuramos a mesma pessoa para expressar o nosso arrependimento sobre a escolha que fizemos, quando a afinidade passa por nem ser assim tão grande, por isso por quê procurar conselhos se nem a quem pedimos sabe de si quanto mais dos outros. Pode parecer um discurso estúpido (vindo de mim não é de admirar) e principalmente pessimista no que toca não só à consideração dos outros, mas principalmente à nossa.

As escolhas somos nós que as fazemos, não é por A ou B dizer assim ou assado que se muda o que somos e o que pensamos, acabamos sempre por seguir o que achamos que será o mais certo para nós e se mesmo que oiçamos o que alguém nos diz acabamos por errar e ai ficar contra nós mesmos por não termos seguídos o que pensávamos ser o melhor para nós. Acho que esses ‘amigos de ocasião’ para conselhos ajudam mais sim depois de termos visto que o caminho escolhido foi o errado e se precise de algum apoio, apesar da decisão que tomamos não ter sido aquela que nos aconselhou.

Ai sim é preciso algo mais do que apenas uma palavra de orientação, que acaba sempre por não ser seguida e o peso do efeito que a decisão pode vir a ter é por norma mais pesado do que a decisão em si. Talvez passe mais por uma discussão do problema e não a tentativa de dizer o que fazer ou não, apenas abrir a cabeça a algo mais e perceber a repercussão dos actos, por que esses sim tem o efeito de mudar tudo e não precisamos de mais nada para encher a cabeça do que o problema que já se possa ter. Por que se os conselhos fossem bons ninguém dava, vendia!

Eu me confesso como infiel, nunca pensei vir a fazê-lo mas foi mais forte do que eu, não há nada que possa desculpar o que fiz, foi de facto algo que nem merece palavras para quantificar tamanho acto, ainda que impensável e fora das minhas capacidades de racionalização (vulgo: eufórico com a bebida, a caminhar em direcção à bebedeira) que não previ que tal pudesse acontecer. Muitos estarão de acordo comigo que o facto de ter ali à mão uma prima a chamar por nós é algo de muito tentável, aquele fetiche pela prima é sempre algo de muito forte, ainda que não seja desculpa para o que fiz, mas agora não há volta a dar. Trai a minha companheira de já há alguns anos, que me acompanhava todos os dias, na tristeza e na alegria, mas a prima, ai a prima… Peço assim desculpas às loiras que mais amo neste mundo, as de 20cl.



PS: Não confundir a prima com a menina do anúncio (isso queria ela), até por que traição por traição fico-me só pelas loiras de 20 cl.



Pode não dar inicio a uma terceira guerra mundial mas anda lá perto, o impensável aconteceu, o stock aqui no tasco acabou, não há mais nada para ninguém. Aqui o je lamenta o facto do ocorrido em tão mui ilustre estabelecimento, mas aproveita a situação para tirar umas férias das férias que isto de fazer pouco também cansa e assim aproveitar para também contactar novo fornecedor que o tico e o teco não se aguentam muito mais tempo e precisam de sopas, descanso e umas minis, muitas minis. Não estejam já para ai a atirar os foguetes, apanhar as canas e fazer a festa sozinhos que eu vou mas não demoro, acho eu ou talvez não, talvez por ai ache finalmente uma gaja decente e me case (que é como quem diz uma gaja que goste mais de minis do que eu) , mas como vejo isso dificil de acontecer lá terei que voltar, por isso vemo-nos por ai, mantenham as minis frescas pelos vossos tascos que eu trato do petisco. Até...

Disputas



Para os homens tudo e uma competição, passamos o tempo nisso, tudo é desculpa para se fazer uma disputa por mais ridícula que seja a coisa. Temos sempre que foder mais, mais posições na foda… ainda que seja treta de circunstância, até mesmo no que toca a ter que arrotar mais que os outros, tudo conta, mas ficamos contentes e pensamos que os outros nos acham os ‘maiores’ por isso.

Ganhando ou perdendo nessa disputa amigável o que interessa e fazê-lo, por pura estupidez ou coisa que o valha, mas nos fazemos. É isto que nos diferencia do gajedo no que toca a amizade entre o machedo, coisa que as gajas não conseguem ter entre elas. Numa disputa de gajas a coisa também começa por ser tudo bonito, mas depois acaba sempre por alguma ser atingida no seu intimo e acabam como sempre a rebolar-se no chão a puxar o cabelo (e não digam que não por que as gajas nisso é sempre o mesmo) umas as outras.

É como que uma forma de nos irmos entendendo nas nossas rivalidades másculas sem partimos para algo mais físico. As mulheres não conseguem ter este tipo de disputas que tem logo que fazer disso uma coisa pessoal e acabam sempre por ter que se engalfinhar umas com as outras, também não sei o que elas pensam ganhar com isto, visto que nem a porrada sabem andar, pelo menos umas com as outras, por que quando é contra um gajo a coisa já muda e parecem que ficam como que possessas (mas isso são outras histórias) e um gajo nem pia, parece que contra nós é que a coisa pia sempre mais fino para o nosso lado, claro está. Por mais estúpida que seja a coisa que se disputa a verdade e que não pode deixar de acontecer, tem sempre que estar presente, possivelmente porque os gajos se acham todos uns vencedores (a grande ilusão do macho latino) e então tem que ser isso que os vencedores fazem, entrar em disputas merdançudas que não lembram a ninguém.

É se duvida uma ideia estúpida, mas isso e para quem nunca ganhou nada e pode então pensar dessa forma, na cabeça de um homem tudo tem haver com ganhar, mesmo que se perca temos que florear a coisa para que a derrota não pareça tão pesada e muitas vezes a tornemos numa vitoria, como machos que somos temos que ser sempre os melhores, mesmo nas coisas mais parvas que se possa pensar.


PS: No que toca à briga entre gajas não tenho nada contra, só acho é que deviam de ser sempre numa piscina de lama e com o gajedo em biquini.





…qual o nome da profissão que estas senhoras terão!


- Joãozinho, qual a profissão da mamã?
- Punheteira!


Não percebo então por que é a China um país tão repressivo e condenador em tanta coisa ‘banal’ e depois é isto que se vê. Não que me esteja a queixar, quando um gajo vai fazer um servicinho gosta sempre que este seja personalizável. Terão cartão de membro!? Acho que muitos iriam precisar. Isto da recolha de esperma já não é o que era (suponho eu) e se a moda pega...

Ditar as regras!



Entre a relação homem/mulher a falta de regras só acaba por fazer com que elas possam tomar de nós o que querem. Podemos dizer que somos nós que as deixamos mandar, que as deixamos fazerem o que querem para que nos dêem o que queremos, mas na verdade são elas que nos dão apenas o que elas querem, são elas quem afinal continuam a mandar no jogo, não temos controle sobre nada.

Basta ter como exemplo uma simples conversa, o contacto visual entre os dois, basta ela ter um certo decote (se bem que para alguns homens até pode estar de gola alta) que o contacto passa de imediato para o contemplar daquelas duas beldades a sorrirem para um gajo e a conversa que se foda, a partir desse momento tem o total controle sobre um gajo e levam-nos a fazer o que querem. Assim passamos a estar completamente vulneráveis em todas as situações, rodopiamos sem controlo (ou no pseudo- controlo que temos). Cada um de nós segue este jogo da relação da forma que quer ou no nosso caso da forma que pensamos que seguimos por que assim escolhemos.

Poderia pensar que para tudo tem que existir regras, que é por elas e através delas que os nossos caminhos se seguem e regem, mas afinal essas regras são escritas pelas mulheres, ainda que nem seriam necessárias, pois o homem não vive segundo as regras, mas segundo a vontade de uma mulher. Basta a uma mulher dar um simples 'sinal' que um gajo já está completamente disposto a se dar como voluntário para tudo, não lhe interessa mais nada, é então esta a sina que o homem tem de carregar, o resumir das suas escolhas ao errar na cabeça que as vai tomar.

Dar o controlo total às mulheres, entregues ao seu poder de sedução, a nossa maior fraqueza, mas também aquilo que mais queremos. Afinal são elas quem governam, apesar e não terem o estatuto, no dia em que elas chegarem realmente ao 'poder'...

Como isto por aqui anda como eu, devagar, devagarinho, parado, as minis começam a ser mais que os caracóis e isto de passar os dias numa esplanada à beira mar até pode fazer mal, deixo aqui umas imagens super mega hiper fofinhas de alguém que ao contrário aqui do je se dá ao trabalho de criar algo (ainda que ser-se palhaço seja uma grande arte) e que o facto de me ter inscrito por tempo indefinido no ginásio do café aqui ao lado (passei para o levantamento da média, ainda que tenha deixado o arremesso da beata) me vai por certo ocupar muito tempo. Por isso minha gente, se quiserem assim num dia de loucura (extrema) passar pelo Alentejo, mais precisamente aqui por esta terra maravilhosa (ainda que não seja à beira mar plantada) estejam à vontade que o je paga umas minis... e uns caracóis, claro! Até lá é continuar a doirar a pevide que isto anda muito calor e um gajo sem fazer nada é que está bem. Malditas férias...







PS: No que se refere à ultima imagem, as gajas que não se metam com ideias e tentem fazer o mesmo em casa.

Egoísmo



Quando colocamos à frente de tudo e todos os nossos interesses pessoais, desejos, necessidades ou opiniões, é isto então que é tido como o ser-se egoísta, olhar para o próprio umbigo e querer tudo só para si, adquirirmos algo e que pretendemos que seja sinónimo de riqueza, glória ou poder, ir a um restaurante caro e poder gastar como quiser, há crianças por todo o mundo carenciadas, que apreciariam por muitos dias várias refeições que tal gasto lhes iria proporcionar

O egoísmo é todos os nossos desejos últimos que têm por referencia nós mesmos, ajudar outra pessoa sabendo que nos trará proveito é ser-se egoísta?! Está-se a ajudar o próximo e por isso por que não ajudar-nos também a nós no mesmo processo. Podem-me criticar por defender a situação, mas para mim não é egoísmo, é sim mau carácter, alguém sem princípios até, mas egoísta!? É dar de si a outra pessoa, procurando ganhar algo com isso, certo que sim, mas quantos não tiram proveito de outros, mas sem dar nada em troca. Quantas escolhas na nossa vida não são feitas baseadas no egoísmo, quantos momentos de felicidade não foram alcançados através de acções egoístas, (não falo num acto tendo como objectivo alcançar os nossos sonhos tendo de passar por cima de outros, magoando muitas vezes os mais próximos) fará isso de nós piores que os outros! O egoísmo é a soma de vários actos racionalizados, é pois então a altura em que se está mais lúcido e coerente nos seus actos, ao menos são pensados, não tem necessariamente que passar por calculismo frio, isso são pessoas com total intuito de malícia, e o egoísmo não passa pelo facto de ter que magoar outras pessoa, sim de muitas vezes usá-las, mas

Uma pessoa é então egoísta por pensar mais em si do que nos outros, na sua felicidade e não doo próximo, posso abdicar de algo meu para fazer a felicidade de outro, mas e se isso me trouxer a mim infelicidade, por que tem o egoísmo haver com o facto de dar sem esperar que seja retribuído, espero sempre que num acto de altruísmo receber mais tarde um favor recíproco, mas assim isso faz de mim egoísta. É a busca da afirmação pessoal, não se deve atribuir culpa a quem quer que seja, pois, ninguém pode dar aquilo que não tem, e cada um age de acordo com aquilo que é.

Bem, talvez não saiba o que diga e esteja eu a ser egoísta por achar que o egoísmo também pode ser um acto de altruísmo, não sei o que digo, mas sei ver os actos de outras pessoas e por isso também ver que muitas vezes não é defeito, é feitio.

Modus vivendi


Há quem viva a sua vida de forma intensa, sem preocupações com o próximo dia, como se ele não viesse, viver o presente de forma por vezes violenta, agressiva na sua própria essência. Mas o que é viver o dia como se fosse o ultimo, não esperar mais do que o presente e chupá-lo até ao âmago, viver cada um desses momentos, cada segundo de um dia, aproveitá-lo ao máximo e para quê… isso não é mais do que evitar viver, estamos cá quer se queira quer não, o estarmos a dar importância em demasia ao momento em que estamos é contestar a vida, o nosso pensar, estamos dependentes do tempo, do que achamos que ele nos dá.


A vida é feita e regulada por ele, e por isso queiramos ou não temos que o saber viver e aproveitar, como a toda a vida que nos espera pela frente, estarmos apenas a tentar viver o presente negligenciamos toda uma vida que afinal todos queremos ‘simples’, para ser apreciada, não vivida intensamente, aproveitar todo o tempo que temos e principalmente com quem queremos estar. Estar-se vivo é o sentir de coisas, doam ou não, custem mais ou menos, pode nem sempre funcionar, mas parece-me bem melhor do que apenas querer viver no limite e não sentir nada ou pelo menos assim se pensa, mas que felicidade se espera para quem vive no limbo, é não ter pensamento próprio, não ter esperança nem querer pensar num futuro, para si e para os seus, é afastar-se de si mesmo e dar a sua vida à sorte, esperar apenas que as coisas aconteçam por si mesmas,


Quando estivermos num dia futuro e olharmos para trás, queremos ver um passado em que apreciamos o seu todo, não apenas pensar em viver um dia como o ultimo e esperar que o próximo chegue, mas fazer de todos eles uma vivência de felicidade ou infortúnio, algo a que todos estamos sujeitos, não precisamos de impulsos para governar a nossa vida, mas sim de momentos especiais na vida dos quais nos queremos sempre lembrar para o resto da vida.


Carpe Diem significa literalmente ‘Colha o dia’, pois eu prefiro antes semeá-lo, para que o próximo seja pelo menos igual, até por que se for melhor só iria estragar, não vale a pena ficar-se mal habituado.



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