(algures numa sala de aula na mui ilustre e dignissima universidade de Évora)
Gaja: bla bla bla… bla bla… bla bla…
Professor: A menina faça o favor de se calar!
(15 segundos depois)
Gaja: bla bla bla… bla bla… bla bla bla…
Professor: Cala-te foda-se! Por isso é que me divorciei, não conseguem tar caladas!!!
Depois do divórcio o professor assumiu-se como homossexual. Para ver o quanto uma mulher consegue fritar a cabeça a um gajo !
Eu nunca seria capaz de tal tipo de relação, para começar uma relação tem estar assente na confiança e se já e difícil de confiar em alguém, quando estamos perto da pessoa, como fazê-lo quando se está a quilómetros! Queira-se ou não o facto da outra pessoa estar longe pode sempre levar à tentação de se pensar solteiro (sei que perto ou longe pode levar ao mesmo), mas quando o código postal é diferente muita coisa pode acontecer, o que damos como garantido de não sermos infiéis, pode não ser bem assim com a outra pessoa. Não passa tudo de uma conjugação de factores mais ou menos irreais do que queremos que seja a verdade, de acharmos que a outra pessoa seria tão correcta quanto nós, quando na verdade sabemos que nós próprios, talvez não o fôssemos também.
Como passar sem o contacto físico, seja de um simples tocar ao mais esfuziante sexo. O facto de se ter namorada é o efeito de lhe podermos sempre que se queira saltar em cima, mas como podemos ter isso se estiver no cu de judas. Por isso para quê auto-sexo quando se tem alguém que não está presente. Não me venham com o facto de que ter uma relação à distância é grande prova de amor etc e tal, só pode ser coisas de alguém que está mesmo determinado a se querer casar e já a pensar numa vida a dois, mas para isso deveria era de se querer ter a gaja por perto, não o contrário, vai-se começar uma bela vida a dois, sem duvida. Mas isto sou eu, nunca estive numa relação deste género e espero não ter que vir a estar, se não tenho que utilizar a regra da diferença do código postal, e logo eu que sempre fui um gajo fiel!
Depois de uma gaja há um tempo se referir ao meu ‘zézinho’ com um nome que ela lhe resolveu dar, tive que a elucidar sobre algo que é um gajo dar nome ao seu amiguinho lá de baixo. Sim, eu também dei um nome ao meu (claro está que não vou dizer, também não é algo que seja para andar por ai a espalhar e o gajedo que tem o direito a tal fica a saber em hora devida), por isso adiante.
Assim claro está o tema de conversa depois não poderia deixar de ser sobre o facto de o machedo fazer isso, não tenho acesso aos números do instituto nacional de estatística, mas parece-me a mim que isso é prática recorrente entre os homens (quanto ao gajedo não sei, mas também não dá muito jeito um gajo só se lembrar de uma gaja pelo nome da crica). Mas o porquê de tal ritual que é baptizar o ‘zézinho’ (não, não é este o nome do meu, apenas me refiro como nome genérico) por parte do machedo, será pois como ouvi já dizer pelo facto de darem nomes ao ‘zézinho’ porque detestam que um desconhecido tome a maior parte das decisões por eles ou será apenas por algum complexo de machismo e pura vaidade, tendo que soar assim mais viril.
Agora pensando sobre o por quê do nome (foda-se, devia de ter tomado os comprimidos hoje, as merdas em que ando a pensar) percebem-se as ‘semelhanças’ pela escolha de tal nome, mas também começo a ver que talvez tenha sido por vontade da gaja com quem estava na altura de o ter começado a chamar pelo que é. Parece-me que na verdade são as mulheres que dão a maior parte dos nomes aos nossos pequenos (apenas por que parece bem dizer como diminutivo) amigos, talvez por não gostarem de falar com ele sem se referirem como a alguém, anda pois então o machedo a dar pouca atenção à conversa das mulheres e depois dá nisso.
Chamem o nome que chamarem, cada um terá o seu e a sua razão para isso, mas gajedo, desde que não lhe chamem piu- piu (não basta ser nome galináceo e ainda para mais afeminado como tudo, já um gajo fica feliz da vida.
...Zé Cabra, estás perdoado!
PS: Peço desculpa a muita gente por ter mostrado isto e possivelmente ter estragado muitos fins de semana.
"Nascemos, levamos com bosta
Saímos para o mundo, levamos com mais merda
Sobe-se um pouco mais alto, leva-se com um pouco menos de bosta
Até que um dia estamos na atmosfera rarefeita e esquece-mo-nos do aspecto da merda sequer"
Depois de alguém dizer frase tão linda como: ‘ Já comi pior e a pagar’, eis que começa uma imensa cavaqueira (salteada com muita mini e caracóis) sobre o pagar para foder. Apenas um ou outro do grupo assumiam ter pago para dar a sua queca (havendo sempre aquele que se gabava de tal facto), enquanto o resto do pessoal jamais daria dinheiro para foder (é o que dizem agora).
Ainda que era unânime de que todos já pagámos por sexo, directa ou indirectamente, há gajas que gostam sempre de ir para longe (a gasolina está cara) e não se contentam em comer um gajo, mas querem comer em restaurantes que custam caro e depois os hotéis… Jasus, é só para quecar, não quero lá ficar a morar. Muitos acham que ir às meninas é uma ofensa à sua masculinidade, são aqueles que comem (pelo menos na cabeça deles) o gajedo todo, por isso seria impensável de pagarem para ter sexo. Mas e quando são casados, será por já estarem fartos de comer sempre do mesmo, não ter mais vontade com a pessoa com que estão e por isso recorrem às meninas! Sempre é mais barato, ter uma amante ficaria muito mais caro, essas sabem ser exigentes, tem que se manter sempre ‘felizes’, é um dinheirão para manter isso, depois de certeza que se por acaso se encontrar alguém conhecido na casa de meninas, não se corre o risco da mulher ficar a saber por essa pessoa, aqui o sigilo é a alma da coisa e pode-se sempre escolher uma carne nova de cada vez.
A procura de não cumplicidade, de não ter que fazer o telefonema do dia seguinte… mas (e não dizendo que o gajedo é fácil) muitas são as gajas que não precisam disso, como muitos são os gajos que nem se preocupam com isso, talvez por muitos serem inseguros e não procuram conhecer mulheres, recorrem a pagar para poderem ter sexo, para quê pagar por algo que é ‘grátis’ e que (penso eu) não dará o prazer que se pretende que o sexo dê. Mas como nunca se deve dizer nunca… E o machedo sempre prefere comprar já tudo feito! Por isso que é então um homem que paga para foder?! Insensível, prático, fracassado ou simplesmente… um gajo!

Gaja: Boa tarde, estou a ligar da identidade bancária X. Não gostaria de aderir à nova modalidade de cartão que temos para lhe oferecer ao abrir conta…
Eu: Tenho 35 anos, estou a viver em casa dos meus pais e estou desempregado há 8 anos…
Gaja: Obrigado então!
Nem deixam um gajo acabar de contar as adversidades de uma vida. E eu que estava tão interessado… nem que fosse pela voz da gaja!







Mas também sempre serve para muito graúdo aprender umas posições e técnicas novas, sempre dá para passar um bom dia em família aprendendo tudo sobre o sexo dos animais, talvez por isso e agora analisando bem a coisa, eu próprio depois de visitas e este local magnifico para aprender tudo sobre o kama sutra, tenha ficado profundamente deliciado desde cedo pelos prazeres do sexo e grande fã da 'canzana'.





O primeiro encontro quer-se sempre de bom gosto, ir a um bom restaurante, ser-se sempre educado e todas essas mariquices, não são mais do que uma entrevista para saber se haverá um segundo round, nada mais do que a primeira apreciação do potencial da outra pessoa para saber se vale a pena continuar ou simplesmente parar por ali.
Por isso se assim é qual o problema que ainda se tem com o sexo no primeiro encontro (falo em encontros, não quecas de uma noite, ai nem se precisa saber o nome, quanto mais…), se supostamente o primeiro encontro é a primeira imagem que se tem da outra pessoa e com a qual possamos ou não ficar impressionados, há que dar mostras no desempenho sexual logo de imediato, quer se queira quer não as relações só duram com bom sexo. Para quê evitar algo se mais tarde ou mais cedo irá acontecer, ao contrário disto se há coisa que acabou é o sexo depois do casamento, ninguém quer ficar com outra pessoa sei lá quanto tempo e depois ser a desilusão total quando não se consegue dar o litro e não se satisfaz a(o) companheira(o).
O primeiro encontro é isso mesmo, a prova do material, mas por completo, se é para ficar com boa impressão que se dê uso a tudo e mais alguma coisa, e nada melhor que dar o melhor dos prazeres à outra pessoa. Claro que convém ter o mínimo de atracão e vontade q.b., a tesão ajuda sempre na coisa e quanto ao gajedo ou machedo (que eu gosto que sejam elas a ligar) que espera pelo telefonema do dia seguinte, se ele não acontecer é por que não foi pelo sexo, não ia ligar de qualquer forma.
Há quem tenha (quase) sempre sexo à primeira vista, quem não gosta de despir esta ou aquela pessoa e fornicá-la muito bem com os olhos, nos encontros passa-se o mesmo, e o gajedo que não me venha com coisas que elas são ainda piores, quantos olhares não se dão de desejo por a outra pessoa, todos o querem, então qual o problema de o fazer, antes a decepção ser logo no primeiro encontro do que depois. Como não passa mesmo de uma entrevista há que ficar a saber se a pessoa vai conseguir dar conta do trabalho pesado.
Mas não vou falar das gajas boas ou menos boas (a cantar claro está), mas de que todas as semanas há uma razão (normalmente estúpida) para entreter com concursos da tanga e outras coisas estranhas semelhantes, mas o mais emocionante (que é como quem diz anormal) dos concursos é que continua em falta. Exactamente, esse mesmo, o supra sumo das revistas em Portugal, o Top da revista Maria. Esse imenso mundo de questões existêncio- sexuais (seja lá o que isso for) que assolam todo um país e por isso nada melhor que votar (ali ao lado) naquele que é o top mais nacional das coisas estranhas que os portugueses continuam a perguntar a essa outra grande maluca que é a Maria. (cliquem nas imagens para aumentar)
Dúvida 1
Dúvida 3
Dúvida 4
Dúvida 5
Dúvida 6

Dúvida 7
Dúvida 8
Dúvida 9
Dúvida 10
Segurar por um segundo uma panela a ferver parece uma eternidade, segurar uma mulher quente por uma hora parece um segundo.
Bom fim de semana.
Parece que agora as coisas já não são bem assim. Ainda há quem sofra por romper, nem que seja nos segundos depois do dito acontecimento, por que depois mais parece que começou uma competição. Pode dar para o caso de que ele ou ela dizerem que ficou tudo bem, mas depois continuam a foder a vida do outro, de qualquer forma e a qualquer custo. Se não se está com a pessoa vamos lá então fazer-lhe a vida negra (e neste campo elas sabem muito bem como manobrar as coisas) e foder bem a cabeça do outro. Mas este é um caso que se pode dizer comum, mas o que mudou foi o facto de já não ser feita de forma a tentar que também o ex- companheiro(a) esteja com outra pessoa, mas sim que ele(a) possa começar uma nova relação antes de ele.
É a corrida do conseguir saltar ou que lhe saltem para a cueca antes que o outro o consiga fazer. A relação acabou então é altura de fazer a quilometragem por outros lados e com certeza que não se quer ficar para trás, ainda que de certa forma para mostrar ao ex que pode muito bem arranjar outra pessoa e que afinal aquilo não significou nada para a pessoa, forma ou não de tentar recalcar o verdadeiro sentimento, quer por mágoa do fim da separação, quer por ter sido a pessoa que rompeu, a verdade é que todos querem o mais rapidamente seguir com a vidinha e nada como de no dia seguinte já andar na ramboia com outras pessoas (o que também só mostra que ser-se solteiro compensa, mas isso é outra conversa), é pensar que tudo tem um principio e um fim, para quê ficar a pensar no que acabou quando se pode ter um ‘brinquedo’ novo.
Que se fodam as retrospectivas sobre o que já lá vai, assim nada melhor que se ir divertindo com as pessoas erradas até se encontrar a certa, e como essa pessoa não existe…
Na embalagem de sabonete Dove:
"Indicações: Utilizar como sabonete normal"
Em algumas refeições congeladas Iglo:
"Sugestão de apresentação: DESCONGELAR"
Num hotel que oferecia touca para o duche:
"Válido para uma cabeça"
Na sobremesa Tiramisú da marca Tesco, impresso no lado de baixo da caixa:
"Não inverter a embalagem"
No pudim da marca Mini Preço:
"Atenção: o pudim está quente depois de aquecido"
Na embalagem da tábua de passar a ferro da Rowenta:
"Não engomar a roupa sobre o corpo"
Nas pastilhas para dormir da Nytol:
"Advertência: pode provocar sonolência"
Na embalagem de luzes de natal:
"Usar apenas no interior ou exterior"
Nos pacotes de amendoim da Matutano:
"Aviso: contém amendoins"
Tropecei por acaso numa notícia sobre um peixe que vive sem sexo há 70 mil anos. Este peixe tem conseguído sobreviver sem reprodução sexuada durante todo este tempo, o que de acordo com os cientistas, a espécie deve estar a usar alguns "truques" genéticos para sobreviver. Há coisas muito estranhas na natureza.
E quando não são só os peixes a passar por isto, que dizer dos humanos que também parecem muitas vezes não o fazer há já para cima de muito tempo, também tem que recorrer a alguns truques para que a ainda se continue a bombear alguma coisa ou há aqueles que por escolha resolveram simplesmente como que um voto de castidade para seguir o seu caminho (sei lá, ainda há gente para tudo), e no que toca ao sexo já vi coisas muito estranhas. Por isso qual o limite de tempo que uma pessoa aguentará sem sexo, não o facto de ter perdido o seu, mas deixar de fazer o truca- truca do bem bom! O sexo cada vez mais move as pessoas e por que não o mundo, é a base de tudo e de nada, por isso quando uma pessoa deixa de o fazer com regularidade, não deixa claro de perder a sua individualidade enquanto pessoa, mas é bem de ver que perde das melhores coisas que alguma vez se inventou. Então mas quanto tempo é preciso para se começar a subir às paredes com a falta deste bem precioso, antes de ter que recorrer a meninas qualificadas (sim, que a ASAE também já as mantém debaixo de olho, não sei é se de algo mais…) para que lhes dêem algo que deveria de ser obrigatório a qualquer mulher dar a um homem e vice- versa claro está.
Sempre ouvi dizer que as gajas não ligam tanto ao sexo como os homens, nunca acreditei nisso, acho que quer homem quer mulher sentem a mesma falta passado algum tempo, a diferença é que o homem o quer fazer a toda a hora e a mulher desde que não lhe doa a cabeça. Para os gajos uma queca pode não passar apenas disso mesmo, de uma simples queca, já muito do gajedo tem que ter algum tipo de sentimento para poder dar as suas fodas sem qualquer criação de laços, mas para um gajo foder por foder tem que haver gajas que também o façam, ainda que elas pareçam, andar sem motivação para isso. O gajedo sempre tem uns brinquedos e umas coisas todas giras e fofas para se ir divertindo, já o machedo contenta-se com a playboy e a amiga da canhota, talvez sempre seja mais fácil para o gajedo, sempre se divertem com coisas diferentes.
A seca quando é muita toca a todos, quem não gosta de dar a sua queca, mesmo quem não tem nunca teve uma vida sexual muito activa sente a falta, fará então o pessoal que gosta do seu prato todos os dias. A verdade é que uma vida sexual activa e regular faz bem à saúde, mas não está comprovado o contrário (que a ausência de actividade sexual seja prejudicial para a saúde), por isso como mais vale prevenir do que remediar o melhor é foder para mais uns anos de vida.
Tantos são os seres que ainda se afligem por este mundo fora, a eterna dúvida no gajedo (talvez até que não seja assim tão grande a questão da coisa, mas isso agora também não interessa), sobre o que fazer (engolir ou não) a todos aqueles fluidos, ainda que para algumas nem se coloque a questão, já que sexo oral que é bom nada. Mas adiante, toda esta temática do engolir parece satisfazer mais o machedo (o prazer de ver, claro está) do que as gajas, será por que não se lhe dá o que elas querem e ai elas não têm como retribuir a sua gratidão, com certeza não serão tantas as gajas que por ai andam a ser mal fodidas (falando de experiência própria, claro).
Parece que para muitos gajos até poderá ser como que uma ofensa a gaja não fazer, parece ser mais nojento o facto de não engolir, do que o engolir. Mas estas duas formas de mostrar todo o amor para com o seu companheiro (pelo menos para muito gajo parece ser uma prova de amor) há uma outra coisa, que essa sim minhas amigas, que queiram vocês engolir ou não é da vossa escolha, mas cuspirem é que não há necessidade, é um acto que fica feio de ver a qualquer senhora. Se não querem que um gajo se venha nas vossas belas cavidades orais é só dizer, por que depois andarem a brincar de cuspir é que não. É que depois há os gajos que nem querem beijar a gaja, por isso quando é apenas sexo pelo sexo vá de querer ver a gaja engolir por engolir e ai os beijos não fazem parte do pacote, mas quando se é com a companheira ‘habitual’, engole e não há mais nada para ninguém, tenho que ir regar as hortaliças e então o propósito de ver engolir é só mesmo pela piada ou pela tesão do momento!
Quanto ao gajedo, por que algumas gostam pelo prazer que podem provocar e pela fantasia que têm de mostrarem toda a sua sexualidade, sem restrições, outras gostam apenas do sexo oral em si e outras que nem querem é nada (andam mesmo a ser muit mal fodidas), mas há algumas que pensam que aquilo faz mal à saúde ou coisa que o valha, por isso para esse gajedo, não se preocupem que é rico em proteínas, ácido lático, e cítrico, potássio, colesterol, magnésio, zinco e várias vitaminas, ao que parece até faz bem à pele e principalmente minhas senhoras, não, não engorda. Para cada uma terá gostos diferentes, dependendo muitas vezes da própria alimentação do parceiro, por isso talvez seja altura de muito gajo começar a ter atenção às merdas que come se quer que as gajas tenham mais prazer em lhe fazer um belo broche e depois até gostar de engolir.
Para os homens o facto das mulheres não engolirem é o chegar em primeiro mas depois não receber a medalha, talvez um fetiche como muitos outros ou apenas uma forma de prolongar o prazer, o que quer que seja como muitas merdas que os homens também não gostam, o que nos dá prazer pode ter em muitos casos o efeito contrário nas gajas, mas também o machedo tem muito que levar das gajas e dar o prazer que elas querem (e merecem, claro), por isso de vez em quando façam o esforço para ver o sorriso de uma criança no rosto de um homem.
Eu: (e eu que pensava que tinha vindo ao oftalmologista).
Médico: ...esse tabaco ainda que não frequente já se nota, assim como esse frio da noite que o sr. apanha...
Eu: (nem todas as gajas são simpáticas e convidam um gajo a entrar)
Médico: ...eu também gosto muito da minha cerveja fresquinha mas não todos os dias como o senhor...
Eu: (os caracóis são muito lentos a passar na garganta e a cerveja sempre ajuda a empurrar)
Médico: ...por isso meu caro, a solução é nos próximos tempos deixar o tabaco, a cerveja e essas noitadas!
Eu: Foda-se!!! (oops, esta devia também ter sido uma nota mental)
Acho que esta é uma daquelas situações em que é melhor pedir uma segunda opinião!
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